© 2019 por Tapuia.

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quem somos

NOSSA BREVE HISTÓRIA:

O Núcleo de Estudos começou em 2017, com um grupo de sete estudantes do Instituto de Economia que não partilhavam do pensamento econômico da Casa, e viam a necessidade de adentrar uma corrente crítico à linha do desenvolvimentismo. Durante um ano, nos reunimos para discutir textos, estabelecer linhas teóricas de base, criar e formular posicionamentos e organizar eventos.

Depois de termos estabelecido alguns consensos e acumulado conceitos, o Núcleo agora passa por um processo de abertura, querendo passar adiante o que adquirimos no nosso caminho, juntar mais gente, e divulgar linha de fazer e pensar. Nesse processo de transição, decidimos adotar uma metodologia de base, mas que é dinâmica de acordo com nossas necessidades.

nosso nome

O nome "tapuia" é um vocábulo tupi que significa "fugidos da aldeia", "aquele que não fala a nossa língua", "inimigo", "bárbaro" ou "selvagem", usado para se referir a qualquer indígena não pertencente à etnia. O termo foi, no ínicio do período colonial, adotado pelos portugueses não como uma divisão étnica, mas para se referir a qualquer tipo de índio que se apresentasse como hostil e indisciplinado, geralmente habitantes do interior e que não falavam tupi. Muitos tapuias eram pertencentes aos aimorés (hoje identificados por Krenaques), que adotavam práticas canibais e comportamento hostil. Os tapuias, em seus ataques aos portugueses, conseguiram impedir o sucesso econômico das capitanias econômicas de Ilhéus, Porto Seguro e Espírito Santo. Hoje, resistem ao avanço contemporâneo da colonização. Ailton Krenak, tapuia, foi um dos pirmeiros indígenas a compor o Congresso, sendo um dos constituintes de 1988.

Preocupa-se em entender as formas e possibilidades concretas de constituição do Comum nos trópicos. Atualmente pesquisa agroecologia e circuitos curtos de comércio como ferramentas e possibilidades, e explora a linguagem do palhaço como potente caminho de descolonização do imaginário.

Graduando em economia

ÁLVARO MICHELETTI

Preocupado em reconstituir conexões entre Capital, Estado, Classes Sociais, Tragédia Ambiental e Destruição de Modos de Vida no Brasil Contemporâneo e em suas áreas de influência.

Economista político

BRUNO HUMBERTO DA SILVA

Nascido no ABC paulista, atuou na Comunicação Pública (EBC), em projetos de paticipação social (CGE-MS) e atualmente é animador cultural no Sesc São Caetano do Sul. Realiza pesquisa sobre fetiche e modernidade, além de escrever poemas. 

Cientista social e mestre em economia

CARLOS IRAMINA

Pesquisa alternativas aos conceitos de desenvolvimentismo e subdesenvolvimento latino-americano. Acredita e atua com educação ambiental e sistemas agroflorestais para caminhos de pós-extrativismo e bem-viver.

Graduando em economia

HEITOR DELLASTA

Experiente no plano de agroecologia, economia solidária e discussões ambientais. Pensa em novas sociabiidades e tempos, e formas de cura e conhecimento tradicionais.

Graduanda em economia

LAISSA PACHECO

Pesquisa a acumulação primitiva e a revolução científica e seus efeitos sobre os corpos femininos, o meio ambiente e povos não-ocidentais. Designer gráfica amadora, em luta por um mundo de diversidade e igualdade.

Graduanda em economia

LILIAN ROIZMAN

Antes que o céu caia, trabalhando junto a populações indígenas e camponesas, com interesse teórico nos temas territorialidade, relação com a terra e política, no estado de Roraima. Mulher latina à procura do viver bem.

Antropóloga

MARINA SOUSA