EM QUE ACREDITAMOS?

PÓS-DESENVOLVIMENTISMO

Em oposição ao pensamento desenvolvimentista, que, em sua heterogeneidade, aponta o aprofundamento do capitalismo e do industrialismo enquanto via para superação dos problemas estruturais latinoamericanos; o pós-desenvolvimentismo propõe alternativas sistêmicas a partir e para o Bem Viver.

O Pós-Desenvolvimentismo busca uma transição para uma sociedade organizada democrática, autônoma e descentralizadamente, onde caibam as vontades e diversidades humanas, em integridade com as da Natureza, numa economia para a vida.

 

Pós-extrativismo, pós-desenvolvimentismo, pós-industrialismo, pós-colonialismo, pós-patriarcalismo, pós-trabalho, pós-capitalismo são algumas de nossas palavras de ordem.

 

OS PILARES DA EXPLORAÇÃO CAPITALISTA

classes sociais

raça

povos comunitários

mulheres

Natureza

NOSSA INTERPRETAÇÃO

O Bem Viver nos permite repensar, a partir de uma perspectiva feminina, ecológica e afro-indígena, os grandes ditames do pensamento crítico ocidental, que até agora nos pareceram incompletos para pensar a totalidade do problema. Seguimos, assim, a corrente do pensamento Pós-Desenvolvimentista, que, a partir de uma análise própria, busca outras soluções.

O capitalismo precisa, para se reproduzir, constantemente provocar a separação material do produtor e dos meios de produção, mas também conformar subjetivamente os corpos e todas as esferas da vida ao ritmo de produção industrial, fragmentado e objetivo. Por onde passa, o capitalismo destrói a autonomia e a diversidade das formas viventes, tornando-as dependentes da forma social da mercadoria, através da implementação do Estado, Indústria e Ciência, de forma necessariamente violenta e desigual.

Podemos pensar algumas dicotomias estruturais que isso provoca:

 

CAPITAL  | TRABALHO

O que condiciona a existência de uma produção capitalista é a separação do produtor de seus meios de produção, tornando-o incapaz de reproduzir autonomamente o mínimo que precisa para viver. Sendo expulso da terra, o trabalhador é forçado a vender sua força de trabalho (o uso de seu corpo) como mercadoria para o capitalista, em troca de dinheiro, que o permite comprar apenas sua subsistência. O trabalhador agora trabalha, sob condições precárias, mais do que seria necessário para se manter, produzindo em sua jornada mais valor do que aquele que recebe. Esse mais-valor constitui a base da acumulação capitalista, e deve estar sempre crescendo. Quanto maior a exploração do trabalhador, maior o acúmulo de riqueza.

Para isso, é necessário que o trabalhador agora internalize uma disciplina industrial, um controle sobre seu próprio corpo, que ignore sua subjetividade individual e seus desejos, de modo a se adequar ao ritmo da fábrica e do trabalho.

Ao mesmo tempo, a tendência histórica do capitalismo é desvalorizar o trabalho através de sua substituição por máquinas (capital), ou seja, pela melhora constante da tecnologia pela Ciência.

 

CAPITALISMO  | POVOS "PRIMITIVOS"

O que condiciona a existência de uma produção capitalista é a separação do produtor de seus meios de produção, tornando-o incapaz de reproduzir autonomamente o mínimo que precisa para viver. Sendo expulso da terra, o trabalhador é forçado a vender sua força de trabalho (o uso de seu corpo) como mercadoria para o capitalista, em troca de dinheiro, que o permite comprar apenas sua subsistência. O trabalhador agora trabalha, sob condições precárias, mais do que seria necessário para se manter, produzindo em sua jornada mais valor do que aquele que recebe. Esse mais-valor constitui a base da acumulação capitalista, e deve estar sempre crescendo. Quanto maior a exploração do trabalhador, maior o acúmulo de riqueza.

Para isso, é necessário que o trabalhador agora internalize uma disciplina industrial, um controle sobre seu próprio corpo, que ignore sua subjetividade individual e seus desejos, de modo a se adequar ao ritmo da fábrica e do trabalho.

Ao mesmo tempo, a tendência histórica do capitalismo é desvalorizar o trabalho através de sua substituição por máquinas (capital), ou seja, pela melhora constante da tecnologia pela Ciência.

 

HOMEM  | NATUREZA

O que condiciona a existência de uma produção capitalista é a separação do produtor de seus meios de produção, tornando-o incapaz de reproduzir autonomamente o mínimo que precisa para viver. Sendo expulso da terra, o trabalhador é forçado a vender sua força de trabalho (o uso de seu corpo) como mercadoria para o capitalista, em troca de dinheiro, que o permite comprar apenas sua subsistência. O trabalhador agora trabalha, sob condições precárias, mais do que seria necessário para se manter, produzindo em sua jornada mais valor do que aquele que recebe. Esse mais-valor constitui a base da acumulação capitalista, e deve estar sempre crescendo. Quanto maior a exploração do trabalhador, maior o acúmulo de riqueza.

Para isso, é necessário que o trabalhador agora internalize uma disciplina industrial, um controle sobre seu próprio corpo, que ignore sua subjetividade individual e seus desejos, de modo a se adequar ao ritmo da fábrica e do trabalho.

Ao mesmo tempo, a tendência histórica do capitalismo é desvalorizar o trabalho através de sua substituição por máquinas (capital), ou seja, pela melhora constante da tecnologia pela Ciência.

 

HOMEM  | CORPO FEMININO

O que condiciona a existência de uma produção capitalista é a separação do produtor de seus meios de produção, tornando-o incapaz de reproduzir autonomamente o mínimo que precisa para viver. Sendo expulso da terra, o trabalhador é forçado a vender sua força de trabalho (o uso de seu corpo) como mercadoria para o capitalista, em troca de dinheiro, que o permite comprar apenas sua subsistência. O trabalhador agora trabalha, sob condições precárias, mais do que seria necessário para se manter, produzindo em sua jornada mais valor do que aquele que recebe. Esse mais-valor constitui a base da acumulação capitalista, e deve estar sempre crescendo. Quanto maior a exploração do trabalhador, maior o acúmulo de riqueza.

Para isso, é necessário que o trabalhador agora internalize uma disciplina industrial, um controle sobre seu próprio corpo, que ignore sua subjetividade individual e seus desejos, de modo a se adequar ao ritmo da fábrica e do trabalho.

Ao mesmo tempo, a tendência histórica do capitalismo é desvalorizar o trabalho através de sua substituição por máquinas (capital), ou seja, pela melhora constante da tecnologia pela Ciência.

 

NOSSAS INFLUÊNCIAS TEÓRICAS

© 2019 por Tapuia.

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